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Bon apetit!

Caro Sr. Presidente,
Me reservei o direito de lhe falar na forma apropriada, na esperança de que assim eu possa fazer-me entender sem ruídos nem diferenças idiosicráticas que impeçam a boa leitura e compreensão dos termos que aqui expresso. Primeiramente, me vejo na obrigação de dizer que falo por mim, pleno em meus princípios e que espero que esta mensagem seja interpretada apenas como um gesto de profundo respeito e do desejo de, por autoridade tão elevada, me fazer entender.
Compreendo que a cultura na qual nós somos imersos ou crescemos tem um papel fundamental em moldar nossos discursos e até nossos princípios, contudo, não posso deixar de me preocupar quando percebo que tão nobre e sagrada função como esta de se ser Presidente possa estar imersa no que representa o contrário de todos os valores morais nos quais crescemos e nos desenvolvemos. Eu não posso enxergar no Senhor, Presidente, um homem espúrio e desprovido de princípios sob a pena de fazer escorrer completamente a autor…

Só de ver os seus olhos...

Eu sou, definitivamente, o homem mais feliz ao ver os seus olhos.
O seu sorriso me encanta mais do que qualquer fortuna que a vida tenha me ofertado.
Eu quero só essa sensação de bem estar, de passar horas navegando por toda parte, parado na mesma fotografia.
Quando a vida for boa, eu terei vc por perto, só pra olhar nos olhos e enxergar as cores que não existem.
Ter na memória todas aquelas músicas e melodias que ja não se fazem mais.
Relembrar as memórias da pele.
Quando a vida for boa.


Os fugitivos do calvário.

Sozinho se nasce, se morre, "sozinho" também se ressuscita. As famílias se reúnem para celebrar o "renascimento" daquele que partiu sozinho para buscar o perdão aos pecados do próximo. O perdão aos pecados dos "não pecadores" e o perdão do próprio pecado encarnado na esperança de uma raça humana guiada por "valores" que como num balé cíclico, se deturpam e instrumentalizam nas mãos dos próprios "algozes", "crucificadores". As cruzes foram postas, mas, os "covardes" fugiram do calvário. Esconderam-se nas casas do povo e viram no "ofício de fazer cruzes" uma forma de lucrar com os próprios pecados. É isto, está revelado, os senhores não dominam a economia, nem a política, os senhores dominam as "oficinas de cruzes". Dominam os corredores sujos dos "matadouros", mas o gado que executam são seus "semelhantes" desesperados pela dor e desespero que os impõem vós, "fugitivos do …