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Prazer em conhece-la.





Na promessa de não morrer de medo quando o pau quebrar e de ler numa linguagem desconhecida, o que rabiscos na pele (do obro) descrevem, sem pedir desculpa e sem culpa, mas dando bobeira sem entender o conceito de Durango Kid, coloco meu bloco na rua pra dizer que a natureza fala muito mais de nós mesmos do que as coincidências podem revelar.

"Eu por mim, queria isso e aquilo, um quilo mais daquilo, um grilo menos nisso, é disso que eu preciso, não é nada disso, eu quero é todo mundo nesse carnaval!"

E não precisa dizer mais nada! 

Impossível idéia mais apropriada... E viva à todo mundo neste carnaval!
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Bon apetit!

Caro Sr. Presidente,
Me reservei o direito de lhe falar na forma apropriada, na esperança de que assim eu possa fazer-me entender sem ruídos nem diferenças idiosicráticas que impeçam a boa leitura e compreensão dos termos que aqui expresso. Primeiramente, me vejo na obrigação de dizer que falo por mim, pleno em meus princípios e que espero que esta mensagem seja interpretada apenas como um gesto de profundo respeito e do desejo de, por autoridade tão elevada, me fazer entender.
Compreendo que a cultura na qual nós somos imersos ou crescemos tem um papel fundamental em moldar nossos discursos e até nossos princípios, contudo, não posso deixar de me preocupar quando percebo que tão nobre e sagrada função como esta de se ser Presidente possa estar imersa no que representa o contrário de todos os valores morais nos quais crescemos e nos desenvolvemos. Eu não posso enxergar no Senhor, Presidente, um homem espúrio e desprovido de princípios sob a pena de fazer escorrer completamente a autor…

Só de ver os seus olhos...

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Quando a vida for boa, eu terei vc por perto, só pra olhar nos olhos e enxergar as cores que não existem.
Ter na memória todas aquelas músicas e melodias que ja não se fazem mais.
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Quando a vida for boa.


Os fugitivos do calvário.

Sozinho se nasce, se morre, "sozinho" também se ressuscita. As famílias se reúnem para celebrar o "renascimento" daquele que partiu sozinho para buscar o perdão aos pecados do próximo. O perdão aos pecados dos "não pecadores" e o perdão do próprio pecado encarnado na esperança de uma raça humana guiada por "valores" que como num balé cíclico, se deturpam e instrumentalizam nas mãos dos próprios "algozes", "crucificadores". As cruzes foram postas, mas, os "covardes" fugiram do calvário. Esconderam-se nas casas do povo e viram no "ofício de fazer cruzes" uma forma de lucrar com os próprios pecados. É isto, está revelado, os senhores não dominam a economia, nem a política, os senhores dominam as "oficinas de cruzes". Dominam os corredores sujos dos "matadouros", mas o gado que executam são seus "semelhantes" desesperados pela dor e desespero que os impõem vós, "fugitivos do …