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Pequenos gestos


Pequenos gestos me conquistam. Lembro que ha uns dias estava profundamente magoado com um amigo, por atitudes que tomou comigo num passado recente e desde então não nos falávamos direito, por desencontros de interesse, ou de destinos, talvez.
Então muito por acaso, um amigo em comum marca um Chopp e nos reencontramos pela primeira vez após o incidente. Demos um abraço fraterno como sempre, na minha cabeça pensava: Será que ainda existe aquela amizade entre nós, mas ele me surpreende com um beijo na face, daqueles que dão os árabes, ou os gangsteres em filmes americanos rodados em Chicago. Confesso, me desarmou.
Dai fica a duvida na minha cabeça: Não estaria eu valorizando demais determinadas questões, ou as pessoas têm vergonha de demonstrar os verdadeiros sentimentos? 
Eu sentia certo desprezo da parte dele durante o tempo que passamos afastados, mas, talvez tenha sido impressão gerada pela distancia e  pela falta de assunto. 
Seria dolorido desfazer aquela amizade. Trata-se de alguém por quem eu tenho apreço, mas doido mesmo foi saber que me tratava com igual fraternidade enquanto por dentro eu fazia um diferente juízo de valor daquela relação. 
Obrigado, amigo, pelo carinho, ainda que não seja verdadeiro, naquela noite afagou minha alma.

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