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Mostrando postagens de Novembro, 2016

V. Exa.

Soubesse eu que andavas por aqui e usaria as devidas reverências.

Vou morrer cedo (onde repousa a minha poesia)

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Vou morrer cedo. Isso eu vou! porque não ouvi os conselhos do Raul, quando dizia o porque de não querer ser prefeito. Eu não quis ser prefeito, antes até, pretendi ser perfeito, mas, a perfeição não existe na humanidade.

Eu choro quando meus amigos falam da saudade que sentem de mim. Quatro anos se passaram e ainda me sinto presente. Enquanto aqui sou o estrangeiro, la era o filho da terra, la eu era semente. La eu conseguia manter meus amigos lúcidos e de olhos abertos para não se deixarem enganar pela futilidade das mentiras (cortinas de fumaça) das emissoras de tv. A gente via juntos além dos megapixels!

Hoje as manhas são foggy. Finalmente compreendo o medo que a realeza tem do povo. Eu também teria, sobretudo, quando o povo chega tao perto da realeza. O mundo esta em caos, aviões explodindo em toda parte, porque hoje a guerra é de opiniões. Caem as naves, descem as cortinas, é tao foggy que virou fumaça. E todo mundo anda cego.

Eu ando tao são, que o mundo me acha louco. Não, ge…