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Fingindo de morto.

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Eu precisei passear na Normandia pra entender que na guerra é melhor se fazer de morto e toda semana enfrentava uma nova invasão até que um dia descobrir que só se conquista efetivamente alguma coisa quando nos convidam a entrar. 
Ok, já encontrei minhas portas abertas e mesmo que elas se fechem, havera sempre novas portas a se abrirem. É um ciclo quase como o dia, nasce quente, esfria, e no fim da madrugada, sempre esquenta de novo. 
E eu sigo suavemente com a esperança de que no fim desta noite algo vira radiante cobrindo tudo com luz e calor daqueles que mais me fez suar.
E meu coração bobo estará sempre aqui, cheio de energia desse sangue nobre que corre em minhas veias.
Mesmo que na guerra quase todo ele se derrame, eu sigo procurando (e quase encontrando) um cheiro raro pra preencher os meus pulmões.