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Mostrando postagens de Junho, 2010

Está escrito!

Deve ser por isso que to sentindo saudade.
E se estiver escrito mesmo,
Muito obrigado.
Não poderiam ter separado
Parte mais doce para mim.

Please, não me tire por estranho.
Como posso falar desse destino,
Se nem presente é ainda?
Juro que hoje daria o mundo,
Para ter-te por aqui.

Despretenciosa te conheci.
E um presente eu ganhei.
Jamais imaginaria
naquele dia te conduzir
tão cheirosa e assustada para mim.

Essa doce sugestão do destino,
me traz uma alegria mansa.
Não paro de enxergar os teus olhos,
quando fita sorrindo em sí.
Êh! Sorrizinho doce, viu!

Pena que está tão longe
Não te enxergo por aqui.
eu em casa, com a mente longe.
Só querendo e esperando que voltes,
E traga teus sorrisos e olhinhos para mim.
Tenho percebido que por mais que eu tente controlar a minha natureza ela sempre me excede e extravasa. Sou um bicho com sigulares atitudes. Coisas que são boas se superam sempre e as ruins, acabam às vezes me superando. Não posso negar a minha natureza competitiva. Mas admito ter uma força descomunal guardada dentro de mim. Meus amigos me julgam inteligente e como eles, me julgo também, mesmo sabendo que muitas e muitas vezes cometo burradas homéricas. Sei que isso é natural para o constante amadurecimento humano, mas confesso que exagero quando o assunto é meter os pés pelas mão. Ta bom, só to mesmo assumindo a minha enorme codinção humana, passivel de erros incalculáveis e acertos extravagantes. To na fase dos acertos, mas quantos erros ainda vou cometer para ter certeza que acertei? E mais, qual a medida do certo e do errado? Certo é que: ha pessoas e pessoas, e muitas vezes me surpreendo tanto com algumas que fico perplexo. O que eu busco mesmo é o equilibrio entre o desejo e a vonta…

Confissão

Ta bom, confesso! Assim não ta nada bem. Não pode ser assim e a prova disso é que minha própria consciência me condena, dizendo full time, você não foi, nem está sendo um cara legal. Acho que precisarei de mais dois anos para me redimir. E o prejuízo, de cara é a insegurança que me assola.

A dor que sinto nas mãos me faz pensar na dor que sentiria na cabeça, não fosse o coração partido e a noite inteira sonhando contigo. Sim, demonstrastes ser muito mais que um simples corpinho bonito. Sendo assim, não pude deixar de pensar em ti. Mas, em vão, fulgás como as atitudes segas que foram tomadas meramente por se permitir assumir uma personalidade estranha, quase como espiritual, como o grito que disferes, sem que ninguém saiba se está brincando ou ouvistes de fato.

Queres ir no terreiro, eu te levo, mas deixa eu me purificar primeiro, pois não é só sangue que vejo nos meus olhos. Vejo também um forte pesar de quem faz as coisas, ou deixa de fazer, e se arrepende depois. Acho que demoro dem…